







Elis Macedo
CEO & Diretora Criativa
Reduzimos o risco estratégico da marca ao estruturar identidade com base cultural profunda.
Quando a marca nasce apenas de tendências ou de uma leitura superficial de mercado, ela até pode performar no curto prazo, mas não sustenta permanência. Falta lastro. Falta raiz. Falta estrutura.
Base cultural profunda significa entender o território simbólico onde a marca vive: quais tensões ela resolve, quais códigos ela respeita, quais ideias ela propõe. É investigar contexto social, repertório estético, comportamento, linguagem e dinâmica econômica antes de desenhar qualquer elemento visual ou verbal.
Marca território. Onde está o fluxo? Onde há permanência? O que é fundação e o que é fachada?
Ao estruturar identidade a partir dessa camada estrutural. Reduzimos o risco de reposicionamentos constantes, desalinhamento interno, comunicação inconsistente ou perda de relevância cultural.

Caique
Gomes Barbosa
Copywriter & Ghostwriter
Escrever para marcas é, antes de tudo, lidar com poder.
Eu não acredito em narrativa como maquiagem. Também não acredito em pureza. Toda marca é contradição em movimento e, é justamente aí que a escrita se torna necessária.
Venho da literatura porque a literatura me ensinou que linguagem é estrutura. Que cada escolha de palavra carrega uma posição. Que discurso é também um gesto político.
Quando desenvolvo uma narrativa de marca, não estou tentando deixar o discurso mais sofisticado. Estou tentando fazê-lo aguentar a realidade. Aguentar crítica. Aguentar o tempo. Fortalecer a cultura proposital desenvolvida.

